Para os que conhecem um pouco de História de Portugal, conhecerão concerteza a história de Inês de Castro. Trata-se da protagonista de uma
das mais lindas e infelizmente, trágicas, histórias de amor que alguma vez aconteceram no mundo.
Inês de Castro foi uma nobre nascida na Galiza entre os anos 1320/1325 que amou e foi amada pelo Rei D. Pedro I de Portugal, de quem teve quatro filhos. Foi barbaramente assassinada a mando do seu pai D. Afonso IV no dia 7 de Janeiro de 1355 em Coimbra.
Como sabemos, nesses tempos os casamentos reais eram um acordo político em que o amor, pouco ou nada tinha importância. E por isso, na altura o ainda infante e futuro rei d. Pedro, estava prometido por interesses da coroa Portuguesa à nobre castelhana Constança Manuel. Porém, o infante apaixonou-se por uma das suas aias, D. Inês de Castro cuja beleza não passou desde logo despercebida por todos, sendo conhecida por “colo de garça”.
O amor um pelo outro não passou despercebido e foi desde o início mal-aceite, acima de tudo pela corte e o rei, motivado por interesses políticos e moralistas e que, influenciado pela corte, desaprovou e fez tudo para dificultar a relação dos dois. Uma das medidas foi mandar d. Inês para o exilio para a fronteira com Castela.
Contudo, a lonjura não destruiu o seu amor, sendo que Pedro e Inês se correspondiam com frequência. Quando d. Constança falece, D. Pedro manda D. Inês regressar do exilio, contra vontade do seu pai e os dois uniram-se.Mas esta história de amor acaba de uma forma trágica. Aproveitando a ausência de D. Pedro numa caçada, o rei foi com um grupo de nobres carrascos até Coimbra, onde o então príncipe e a sua amada viviam, onde
a mandou assassinar cruelmente no dia 7 de Janeiro de 1355. E ainda hoje, em Coimbra, persiste a lenda de que a célebre Fonte das Lágrimas ali nasceu pela dor da morte de D. Inês de Castro e a coloração avermelhada
de algumas algas que lá se encontram, são ainda as marcas que ficaram do seu sangue derramado. Mais tarde, quando D.Pedro se tornou Rei, vingou a sua morte mandando matar os seus executores, (sendo que dos três assassinos apenas um conseguiu escapar) e consagrou a amada já falecida como Rainha póstuma de Portugal. A prova da existência desse amor, encontra-se no Mosteiro de Alcobaça, onde está o túmulo do Rei D. Pedro frente ao túmulo da Rainha póstuma de Portugal, a sua amada Inês. Túmulos esses que ele mandou construir para a sua amada após ser Rei e para si para que, quando partisse, fosse colocado junto a ela e no Dia do Juízo Final se encontrem frente a frente no momento da Ressurreição dos Mortos. Na Quinta das Lágrimas, onde D. Inês foi morta, há quem sinta lá a sua presença. Nas suas dores de amor, ou nos seus problemas amorosos, peça-lhe ajuda.
O mais importante é ao orar, usar as suas próprias palavras e colocar nelas todo o seu sentimento é fé, como se estivesse a desabafar com alguém terreno. Acenda-lhe uma vela vermelha e ofereça-lhe uma rosa vermelha, para fortalecer o vosso amor em caso de dúvida, ou uma vela rosa, ou de mel, para resolver um mal-entendido e trazer harmonia para a vossa relação, colocando uma foto que tenha os dois num momento feliz ou duas fotos, uma de cada um. Também pode ser utilizado um objeto pessoal da sua cara-metade, ou os vossos nomes no mesmo papel. Empregue a sua fé e as suas emoções e deixe que o espírito de Luz de D. Inês de Castro a/o guie no melhor caminho! E mesmo que o caminho, ou a resposta não seja bem a que idealiza, não desmoralize, porque por vezes o Universo fecha um caminho, para que novas oportunidades se abram na sua Vida! Acredite!
Consultora Estrela